Catedral São
Francisco
![]() |
| O primeiro edifício
da Matriz foi construído por Jaques Félix e seus seguidores em 1640
e anos imediatamente seguintes, para que pudessem ter assistência
religiosa. Era uma pequena igreja localizada no lugar onde hoje está a Capela dos Passos, anexa à Catedral. A igreja maior, com dimensões aproximadas da Catedral de hoje e com a mesma localização, foi erigida posteriormente. Começou a ser edificada ainda no final do seiscentismo ou início do século XVIII e foi concluída por volta de 1800, depois de cerca de um século de obras. Suas dimensões eram já muito próximas da igreja de hoje, o que a tornava sem dúvida um grande templo. |
| Uma vez criada a diocese
de Taubaté, pela bula DIOCESIUM NIMIAN AMPLITUDINEM de São Pio X,
em 7 de junho de 1908, a velha matriz passou a Catedral de um bispado
que abrangia, inicialmente, toda a extensão paulista do vale do
Paraíba e o litoral norte do Estado. |
![]() |
Catedral em 1904 |
Durante
o século XIX a Igreja recebeu diversos reparos e reformas, que
não mudaram sua arquitetura original. Foi em meados do século
XX, na reforma iniciada por volta de 1940 e concluída em 1950,
que a velha matriz setecentista foi modificada. |

Praça Dom Epaminondas (Foto arquivo histórico)
![]() |
![]() |
Fotos Atuais
Catedral São Francisco das Chagas
e Pça Dom Epaminondas
|
Desde os tempos mais antigos a praça sempre
foi o cenário de todos os acontecimentos de uma cidade. Em Atenas,
na Grécia as discussões políticas chamadas de Ágora eram em
praça pública, por isso podemos dizer que a democracia nasceu
nos palácios do mediterrâneo, porém foi exercida na praça.
Durante quase todas as fases da história podemos ver o papel da Praça, na Revolução Francesa, Luiz XVI com sua esposa Maria Antônia foram guilhotinados em praça pública. No Brasil, podemos ver dezenas de penas de morte que sofreram as sentenças em praça pública, como Cosme Bento dos Chagas, líder da insurreição dos Escravos durante a revolta da Balaiada no Maranhão, ou o enforcamento de Tiradentes, ex-membro da inconfidência mineira cujo objetivo era libertar o Brasil de opressão colonial, a mando de D. Maria a “louca”. Pessoas com o mesmo ideal, como Frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador também tivera sua punição em praça pública. Confundia-se o público com o privado, e a praça sempre foi o cenário de importância na história tanto do Brasil como de todo mundo. As grandes manifestações e comício, sempre foram na praça, este uso de praça herdamos da cultura dos Gregos Atenienses. Prof.
Wanderlan R. Filho
|