Em
1953 foi lançada a pedra fundamental para a construção de
um dos mais bonitos belvederes do Vale do Paraíba – o monumento
do Cristo Redentor da cidade de Taubaté. |
“No alto da mais elevada colina que se debruça sobre a cidade, à margem da rodovia Dutra, imponente em toda a sua grandiosidade, está o monumento a Cristo Redentor com seus braços abertos, exprimindo a hospitalidade da gente taubateana”, disse um dos diários locais no transcurso do vigésimo aniversário do monumento. No entanto,
poucos sabem o quanto custou em tempo, em dinheiro, dedicação,
confiança, desprendimento, renúncia, para que isso acontecesse. Oswaldo
Guisard assumiu a lavratura das Atas. A procura do escultor
foi a primeira providência, sendo apresentado o Sr. Octaviano
Papaiz, estabelecido Campinas, que apresenta entre outras
obras a figura de um Cristo idêntico ao do Corcovado e
que se encontrava disponível em suas oficinas. A estatura
de São Francisco, demandaria confecção de matriz especial
com encargos financeiros atualizados o que dificultaria
a execução no momento. Dom Borja concordou com o erguimento
da imagem do Cristo Redentor. Foi aberto um “livro de
ouro”, distribuíram-se listas para angariar fundos entre
as varias associações religiosas. O professor iniciou-se
um programa na Rádio Difusora de Taubaté intitulado “minuto
Azul da Ave Maria “, levando a idéia do erguimento da
estátua no ar; a popularidade do programa penetrou não
só a diocese mas o sul de Minas e outras regiões do País
e, conseqüentemente, começaram a surgir as contribuições
de todos os lados. O primeiro passo foi a aquisição das
peças que vieram para o local onde a pedra fundamental
já havia sido lançada solenemente por Dom Francisco em
08 de dezembro de 1953 na comemoração da abertura do Ano
Santo Mariano, e do segundo aniversário de fundação da
Federação Diocesana das congregações Marianas.
|

